A injeção de plástico com gás foi amplamente utilizada no início da década de 90 e atualmente é uma das tecnologias de moldagem por injeção mais eficientes.

Esta técnica dá novas oportunidades aos designers e fabricantes de produtos plásticos em comparação com a moldagem por injeção convencional, na medida em que, permite a criação de produtos difíceis ou mesmo impossíveis de outra forma:

- Peças plásticas de paredes grossas e vazias;

- Peças plásticas com grande variedade de espessuras.

LEVEZA

Redução do peso do produto

RAPIDEZ

Ciclos de produção mais rápidos

ESTABILIDADE

Alta precisão dimensional

QUALIDADE

Melhor aparência e qualidade da superfície

Quando se utiliza a técnica de injeção com gás, o polímero é compactado pela pressão do gás e não pela máquina de injeção. A injeção com gás permite a obtenção de produtos com uma ótima qualidade a nível de superfície, sem deformações e com um mínimo de tensões residuais, isto é, com alta estabilidade dimensional.

Utilizando a experiência adquirida ao longo de 20 anos de conhecimento da técnica de injeção com gás, prestamos todo o apoio necessário às empresas para que o processo de fabrico dos moldes e peças decorra sem incidentes:

– Onde injetar o gás;

– Quantos pontos de injeção a utilizar;

– Estudo de enchimento na vertente da injeção com gás.

Fazemos o ensaio e acompanhamento dos moldes com gás, disponibilizando as nossas máquinas e operadores para tal finalidade.


PROCESSOS DE GÁS

SHORT SHOT - INJEÇÃO CURTA

O método de SHORT SHOT - injeção curta - compreende primeiro a injeção de um volume controlado de disparo curto de plástico para encher parcialmente a cavidade (ou cavidades) do molde, normalmente cerca de dois terços da cavidade e posteriormente a injeção de gás N2 para completar o enchimento da cavidade com plástico e gás encapsulado pelo plástico.


FULL SHOT

O método FULL SHOT desenvolvido pela NSB compreende enchimento ou quase enchimento da cavidade do molde ou cavidades com plástico e, em seguida, a injeção de gás N2 no plástico. A penetração do gás compensa a contração volumétrica do plástico em até 15% do volume (à medida que arrefece e solidifica).


PEP 1

PEP 1 compreende métodos de expulsão de plástico a partir da cavidade de um molde após encher primeiro a cavidade com plástico. O gás é injetado no bico da máquina ou normalmente numa ou mais posições selecionadas dentro da cavidade do molde, a fim de aplicar uma pressão de compressão no plástico, antes de que uma ou mais válvulas de saída PEP localizadas nos canais de ligação sejam abertas para permitir a expulsão de plástico numa ou mais cavidades secundárias cada uma de um volume predeterminado. Encher os volumes predeterminados das cavidades secundárias controla com precisão a quantidade de plástico deslocado. Isso permite uma maior inserção de gás na cavidade do produto, conforme ilustrado.
Consulte também o folheto PEP para outros processos PEP.


GAS COOL - ARREFECIMENTO POR GÁS

O objetivo principal do Gas Cool - Arrefecimento por Gás - é reduzir o empeno da peça. Para conseguir este objectivo temos que retirar calor da peça plástica o mais rápido que conseguirmos. Assim, quando a peça moldada sair do molde, ela não possa contrair mais e por sua vez não empene. Ao mesmo tempo que estamos a arrefecer a peça estamos igualmente a reduzir o tempo de ciclo e, por consequência, a reduzir significativamente os custos de produção. O Gas Cool - Arrefecimento por Gás da NSB tem por base a injeção de azoto normalmente utilizada seguida de uma segunda fase de injecção de azoto, mas desta vez a temperaturas negativas superiores a -25º C, fazendo este circular dentro da peça retirando calor. Neste processo temos que manter a pressão dentro da peça igualmente controlada para uma boa compactação.